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Instituto Neoenergia conclui segunda edição do programa Impactô com capacitações e mentorias de Ongs e negócios sociais

11/03/2021



A segunda edição do Programa de Aceleração Social Impactô acaba de ser concluída, com a avaliação dos 16 projetos e negócios sociais de impacto dos estados do Rio de Janeiro e de São Paulo - selecionados via edital, realizado em maio de 2020. Uma banca de investimentos, formada por profissionais da Neoenergia e do Instituto Neoenergia, avaliou as organizações ao final do programa e escolheu a destinação de um total de R$ 90 mil distribuídos entre oito organizações participantes, para desenvolverem os projetos apresentados.
 

A iniciativa, uma parceria entre o Instituto Neoenergia e o Instituto Ekloos, ocorreu no segundo semestre de 2020, com o objetivo de potencializar o apoio às organizações selecionadas, oferecendo mentorias online nas áreas de gestão estratégica, negócios e inovação, durante um período de sete meses.  Nesta edição, além do recurso disponibilizado pela banca de investimento, o Impactô teve uma preocupação em responder à necessidade imediata de instituições do terceiro setor, fortemente impactadas com os desafios impostos pela Covid-19, e, por isso, destinou um investimento emergencial, no valor de R$ 20 mil, para apoio na gestão financeira daquele momento das 16 participantes, totalizando R$ 410 mil repassados diretamente às organizações. 

“Para nós, o Impactô é um programa estratégico, pois além de capacitar as organizações sociais, ele promove um fortalecimento das redes do terceiro setor. Nessa edição, ficamos impressionados com a transformação ocorrida nos projetos selecionados em 2020, principalmente se levarmos em conta o cenário da pandemia”, diz Renata Chagas, Diretora-Presidente do Instituto Neoenergia. 

O Programa de Aceleração Social Impactô - Especial Covid-19 envolveu, em mais de 1420 horas de mentorias, 58 gestores e colaboradores das organizações e negócios de impacto social, beneficiando diretamente mais de 210 mil pessoas, além de mobilizar 19 líderes da Neoenergia, que se inscreveram para participarem do programa como mentores voluntários. 

"A pandemia agravou muito a desigualdade social no Brasil, por isso a atuação da sociedade civil se tornou ainda mais importante para minimizar este impacto. O programa de aceleração tem por objetivo apoiar os gestores que estão na linha de frente nas comunidades, para que possam realizar atividades com mais qualidade e minimizando a situação de vulnerabilidade social de crianças e jovens"diz Andréa Gomides, presidente do Instituto Ekloos. 

Para Benigna Siqueiracoordenadora de projetos na Associação Cultural Comunitária Pró-Morato, o programa foi responsável por manter as atividades da instituição em curso diante de um cenário desafiador. “Com a pandemia, ficamos muito desanimados, pois tivemos que interromper nossas aulas de iniciação musical e a nossa orquestra, suspendendo temporariamente o contrato de nossos professores de música. O Impactô não trouxe uma, mas foram várias novas luzes no túnel na história do Pró-Morato. Com o recurso inicial, chamamos os professores de música, tocamos a iniciação musical e retornarmos com a orquestra, totalmente no ambiente digital. Nossa primeira ação foi realizar uma apresentação musical da orquestra, num carro que circulou por vários bairros de Francisco Morato, em São Paulo, levando música e orientações sobre a prevenção à Covid”, conta. 

coordenadora Administrativa e Financeira da Associação Nagai, Rejane Luna, reflete sobre como os recursos recebidos ajudaram a instituição a repensar a forma de fazer, contar sua história e viabilizar o projeto realizado na comunidade do Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro. “Nossa fundadora, Silvana Nagai, sempre diz que, se algum dia um dos nossos atletas for um campeão de judô nos Jogos Olímpicos, muito mais do que o reconhecimento ao nosso trabalho, teremos cumprido nossa missão em incluir jovens, formando cidadãos a partir do esporte, educação e da cultura. Com esse espírito, ficamos muito impactados com o programa de aceleração, pois foi um divisor de águas. Passamos a entender melhor nossos limites, estruturamos melhor nosso projeto e refletimos na construção de indicadores de mensuração e na nossa comunicação”, destaca. ​

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